Primeiramente devo pedir desculpas pela falta de atualização do AppleAddicted nos últimos dias, estamos ocupados na migração do site para um novo servidor e queremos fazer isso da forma mais indolor possível. Por isso estamos estocando cacau para subornar nossos Oompa-Loompas que adoram fazer uma rebelião de vez em quando, deixando alguns rastros e fazendo aparições indevidas. Esperamos que com o novo servidor os erros de banco de dados, 503 e 404 tornem-se menos frequentes. Estamos realizando backups e alguns testes, a migração deve acontecer nas próximas semanas.
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O ano está apenas começando e os rumores pipocam em todo o mundo, todos querem saber o que a Apple irá nos apresentar este ano. O interessante é que a cada ano que passa, essa busca acaba ficando ainda mais afobada e mais gente entra na briga para conseguir uma informaçãozinha qualquer.
A idéia deste artigo é discutir coisas que podem não existir mais, daqui a algum tempo, e que a Apple pode começar a matar em 2011. Vou apontar algumas sugestões e gostaria muito que vocês colaborassem com mais, dependendo do resultado posso adicionar as idéias em atualizações do artigo. Dentre as “coisas” mas prováveis, estão a barra de rolagem e o drive de CD/DVD.
Barras de Rolagem
Acho que as barras de rolagem estão, desde a primeira versão dos sistemas operacionais, com a mesma Interface Gráfica de Usuário (GUI) e ao passar do tempo elas caem em desuso, primeiro você clicava nas setinhas pra rolar, depois você passou a arrastar a barra. Hoje temos mouses com rodas de rolagem ou mesmo o Magic Mouse, com sua linda superfície multi-toque em acrílico branco brilhante.
As diferentes variações de Scrollbars. Olha que eu não mostrei as dos outros apps.
Hoje elas não fazem mais sentido e daqui pra frente elas farão menos ainda. Acredito ser bem provável que a Apple mate as barrinhas inúteis no Mac OS X Lion, deixando algo semelhante ao que vemos no iOS, barras cinzas que ficam ocultas e apenas aparecem quando você rola a página, apenas com o intuito de mostrar onde você está na página e quanto você ainda tem para rolar até o final.
Barra de título
Tudo bem que você pode querer saber do que se trata a janela em que você está, mas isso é meio idiota. O nome do App sempre aparece na barra de menus no topo da sua tela, não vejo necessidade do nome aparecer novamente ocupando uns 30px que poderiam ser utilizados com o aplicativo em sí. O iTunes 10 trouxe este conceito, a Mac App Store seguirá o mesmo e o Reeder está indo pelo mesmo caminho.
Espero ansiosamente pelo fim dos títulos em todas as barras superiores dos aplicativos, assim teremos mais espaço para o que realmente importa. Caso necessário, o nome da janela deve aparecer na barra de menus ou, no caso da troca de janelas com o futuro MissionControl, abaixo das janelas como atualmente no Exposé.
No caso do Safari, o que importa é o nome do site em que você está e isso aparece na aba, não há necessidade de aparecer novamente em cima, sendo apenas redundante e ocupando um espaço que poderia ser mais útil de alguma outra forma.
“Linha de Berlim” no Dock
No iOS 4 podemos criar pastas onde colocamos vários aplicativos. No Mac OS X Lion já foi anunciado o LaunchPad, função semelhante a tela dos iOS devices para navegar pelos apps instalados no sistema. Mas no iOS podemos colocar as pastas no dock e esse dock não possui divisão.
No Mac podemos criar pilhas (stacks) apenas à direita do que eu chamo “linha de Berlim” (em alusão ao muro de Berlim, caso não tenha pegado a piadinha sem graça). Isso é mais uma coisinha que eu acho que deve acabar com o novo sistema. Seria muito bom poder organizar minhas “pastas” de aplicativos dentro do dock independente do lugar, principalmente depois da opção de minimizar janelas pra dentro do ícone do aplicativo, opção que acabou tirando o sentido desta linha divisória.
Aplicativo FaceTime
Deixe-me explicar, talvez você me dê razão. No Mac nós já possuímos o iChat, não vejo necessidade para mais um aplicativo de conversação por vídeo que use um protocolo diferente. Acredito que o mais inteligente por parte da Apple seria unificar o FaceTime no iChat. Tornando-o acessível através de um ID “gratuito” do MobileMe e sendo compatível com Macs, iOS devices e PCs.
Se a Apple quer mesmo popularizar o FaceTime e fazer com que todas as pessoas adotem de vez o formato, ela deve tornar possível a conversa entre as variadas plataformas. Isso não inclui apenas Mac e iOS, os PCs devem poder participar da “brincadeira”, afinal, eles ainda são a maioria e seria mais um aplicativo para evangelizar os usuários de PC a adiquirirem um Mac.
Eu não me assustaria em ver Jobs anunciando o iChat 6 com suporte a FaceTime para Macs, PCs e junto com a atualização para o iOS 5. Não precisamos de vários aplicativos para operações semelhantes, deixemos isso para o concorrente, ok?
Apenas um devaneio: Microsoft Windows 8. Agora com mais painéis de configurações espalhados pelo sistema. Isso não é um problema, é um novo jogo de aventura onde você passa por todo o sistema procurando como fazer pra instalar uma rede que só será compatível com outros PCs com Windows 8 registrados e validados com a empresa.
Aliás, uma última nota sobre este assunto. Já repararam como o ícone do FaceTime pra Mac NÃO FAZ SENTIDO? É uma câmera com uma lente DO LADO! e não no lugar da lente que já existe. Assim não dá, né Jobs? — Next!
Superdrive
Ah as mídias físicas! Nostalgia total. É super interessante ver que, hoje em dia, quase ninguém mais usa CDs ou DVDs. Os minúsculos cartões de memória e pendrives estão tomando o lugar destas mídias que, em pouco tempo, estarão junto com os disquetes e fitas cassette. A Apple criou o MacBook Air e com ele mostrou que um notebook pode ser super-ultra-mega-deliciosamente-fino sem precisar ter um drive óptico; o modelo atual vem inclusive com um pendrive de restauração (que não pode ser reescrito, ou seja, nada de usar o pendrive da Maçã pra carregar arquivinhos), caso seu MacBook precise ser formatado, sabe-se lá porquê.
A tendência é que a empresa que matou o disquete, em uma manobra ousada com o lançamento do primeiro computador com o conceito All-in-one, o faça novamente. Eu espero ver MacBooks sem drives ópticos, acredito que os notebooks serão os primeiros nesta chacina. Primeiro pois são portáteis e quanto mais portáteis melhor, sem o superdrive eles poderão ser ainda mais finos, leves e terem mais espaço para bateria. Os Desktops não precisam ser portáteis, embora a Apple adore afinar o iMac, o tamanho da tela sempre vem aumentando, talvez apenas em um futuro um pouco mais distante vamos ver os desktops perdendo a entradinha pra CDs, mas acho que só quando realmente quase ninguém mais os estiver utilizando.
iPod shuffle
Com ou sem botões a verdade é que o iPod shuffle já não faz mais tanto sentido perante a miniaturização do iPod nano e todo o hype em usá-lo preso à roupa ou em uma tira no pulso como relógio. Parece que a venda do shuffle já não é mais a mesmo ou ao menos as pessoas já não se interessam por ele tanto quanto antes. O nano parece muito mais sexy e bacana de usar com sua mini tela sensível ao toque, talvez seria mais sensato a Apple oferecer mais opções de armazenamento para ele e acabar com o shuffle.
O único problema é o preço. Há uma diferença de $100 no preço do shuffle 2GB ($49) e do nano 8GB ($149). Mesmo assim, não seria nada mal ver nanos com 2GB ($69) ou 4GB ($99).
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Por enquanto é só. Tem alguma função, item, aplicativo, produto ou serviço da Apple que você gostaria de ver descontinuado neste ano, ou ao menos acha que não é tão útil como deveria ser? Comente abaixo, quero saber o que vocês pensam a respeito disso.













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