Olá AppleAddicteds, hoje temos mais um post especial pra vocês. Este, quem enviou foi nosso amigo Luciano Hilton (irmão da Paris, só que não) do Infológico. Ele fala sobre o Microsoft Surface, o tablet da Microsoft. Bem, vou parar de enrolar…
Anunciado há pouco tempo, o tablet da Microsoft, grande empresa do ramo de softwares, chamou a atenção da mídia mundial, já sendo considerado o principal – senão o único – concorrente à altura do iPad, fabricado pela rival Apple. O mais estranho de tudo, é que o Surface arrancou suspiros da platéia que assistiu à sua apresentação sem sequer mencionar itens importantes como capacidade de processamento, gráfico ou memória RAM.
De fato, o grande diferencial do tablet da Microsoft está no seu conceito inovador: pela primeira vez podemos dizer que, finalmente, um tablet pode ser equiparado a um computador, pelo simples motivo do Surface ser, em verdade, um PC portátil.
É claro que os demais aspectos que compõem o Surface são igualmente dignos de nota como o design e acabamento em magnésio, garantindo maior durabilidade ao aparelho; a existência de varias portas essenciais como USB, entrada para cartão micro SD e saída hdmi; e a capa magnética — essa sim realmente “Smart” — contendo teclado e trackpad, responsável pela principal e grande transformação do aparelho.
Seria então o Surface, em ultima instância, um netbook? Sim, só que aprimorado. O Surface é tudo aquilo que a indústria e os usuários esperavam que os netbooks fossem um ano atrás, mas sem sucesso.
Os mini notebooks eram pequenos não só no tamanho, mas nos demais aspectos, acabando por causar mais irritação que alegria. Motivos como a falta de performance de processamento, pouco espaço de armazenamento interno e duração de bateria muito limitada em relação ao uso comum, eram os campeões de reclamação. Problemas esses que muito provavelmente serão enfrentados de maneira satisfatória pela Microsoft, tomando por base a configuração dos tablets de médio porte dos dias atuais.
Entretanto, tais considerações acabam por se tornar menos importantes quando o verdadeiro destaque do Surface é revelado: o Windows, que torna tudo mais interessante. É claro que estamos nos referindo ao Windows 8, o primeiro sistema operacional a ser compatível com computadores, notebooks em geral e tablets, tudo ao mesmo tempo.
Diferente do iOS que, apesar de ser baseado no OS X, não se aproxima da versão de computador do sistema operacional, tornando-se uma outra coisa — eficiente, é claro — mas ainda sim, uma outra coisa.
Em contraponto, o Surface já nasceu “PC” e é isso que ele trás de tão novo para o mercado, pois acaba por inaugurar um novo estilo de tablet. A segunda versão do Surface denominada “Pro” promete declarar guerra a uma outra categoria, a dos ultrabooks, uma vez que o novo aparelho virá com processador da família Ivy Bridge da Intel, tornando-se um concorrente de peso, afinal, ele conseguirá aliar o triângulo desempenho, portabilidade e facilidade de uso de maneira eficiente, algo ainda complicado de se realizar nos dias atuais.
Se essa nova geração vai tomar o lugar dos ultrabooks, é uma outra história, e tal questionamento só poderá ser respondido após a chegada do tablet ao mercado. Além do mais, há a questão do preço do produto, o que pode mudar todo o jogo. Só podemos adiantar que essa disputa será no mínimo interessante para nós, consumidores e entusiastas da tecnologia.










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